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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Novidades...


... na Orfeu Mini



... na OQO





... no Planeta Tangerina





... na Kalandraka
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e, ainda, muito brevemente...


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e e

sábado, 4 de maio de 2013

O dia em que a mamã ficou com cara de chaleira , de Raquel Saiz e João Vaz de Carvalho

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Esta é a insólita história de Marquinhos e da sua mãe que estranhamente se transforma em chaleira. Furiosa com o filho, a deitar fumo, portanto, a mãe, que toma a forma de uma chaleira, vai ser alvo de um percurso de encontros e desencontros com uma série de personagens às quais Marquinhos recorre na tentativa de resolver o seu problema. A associação real-onírico e a hesitação que suscita no leitor, a par da circularidade diegética e do carácter inconclusivo ou aberto do desfecho, são recursos essenciais para a manutenção da atenção. As diversas onomatopeias que pontuam o texto contribuem para a componente cómica que o distingue, uma vertente reforçada pelo expressivo discurso visual do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho. Neste, como em outros trabalhos artísticos, o ilustrador recria figuras humanas, quase todas narigudas e com uma invulgar expressão no olhar, a sugerir, quase sempre, uma estupefacção ou surpresa.

 

 
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Ficha técnica:

Título
O dia em que a mamã ficou com cara de chaleira |
Autor Raquel Saiz | Ilustrador João Vaz de Carvalho | Editora OQO | Local Pontevedra | Data de edição 2008 | ISBN 978-84-9871-019-9

(Sara Reis da Silva, in Casa da Leitura)
 
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sábado, 8 de janeiro de 2011

A sopa queima, de Pablo Albo e André Letria

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Neste álbum ilustrado assiste-se à tematização de uma das mais comuns relutâncias na infância, nomeadamente a da ingestão da sopa, em razão da sua elevada (e sempre tão temida) temperatura. Com recurso ao humor e ao cómico de situação, este espaço de refeição serve igualmente de lugar e de subterfúgio à fantasia da menina-protagonista, que confia ao seu potencial criativo a resolução do problema. O habitual registo pictórico de André Letria, suportado por uma paleta cromática viva e expressiva, não só possibilita uma leitura sequencial da história, materializando os principais momentos da acção, como lhe confere um particular dinamismo por via de uma primorosa variação de planos e perspectiva. Verdadeiro hino à imaginação infantil, esta obra resulta num excelente meio de aproximação ao pequeno leitor, facilitando a sua identificação com a situação narrada e promovendo, de forma lúdica e divertida, a desmistificação de uma das suas angústias mais recorrentes.




Carina Rodrigues (in Casa da Leitura)


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ernesto Bom-Dia, de José Campanari e João Vaz de Carvalho

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Esta história divertida narra as peripécias de Ernesto, um jovem rapaz que se prepara para conhecer a família da sua namorada, Henriqueta. Num dia em que nenhum atraso é tolerado e em que tudo devia correr bem, o protagonista é, desgraçadamente, surpreendido por um forte temporal. Porém, nem nos momentos mais árduos o jovem se desencoraja e, motivado pelo princípio do avô – «ao mau tempo, boa cara!» –, enfrenta, com confiança e persistência, todas as dificuldades que se lhe vão apresentando. As expressivas e coloridas ilustrações de João Vaz de Carvalho combinam-se, harmoniosamente, com o texto, conseguindo, com base na mesma estrutura paralelística que suporta a narração, recriar ambos ambientes onde se desenrola a acção: o espaço exterior, no qual se move Ernesto, e o interior da casa de Henriqueta, onde todos preparam e aguardam, impacientemente, a sua chegada, dando conta da passagem do tempo. O álbum encerra com o abraço do jovem casal e o lanche familiar; um desenlace feliz e, até, risonho, que sublinha a importância do pensamento positivo e perseverante.

Carina Rodrigues (in Casa da Leitura)